Não há limites?

“Não me diga que o céu é o limite, quando há pegadas na Lua.” (Jennette McCurdy)

O grande Rodrigo Pompeu, ganhou o prémio literário “O Anzol”, atribuído pelo clube de pesca local, que distinguia o poema que, melhor enaltecesse as qualidades impares da sardinha. Vai daí, organizou-se em sua honra, uma feijoada á brasileira no bar do Alfredo, onde estava presente a fina flor da cidade. Poetas, matemáticos, tradutores, comentadores desportivos, a comunidade surfista, alguns judeus, um muçulmano e uma testemunha de Jeová. O presidente do clube de pesca proferiu um discurso onde enalteceu o trabalho perseverante, e os conhecimentos praticamente ilimitados do grande homem que era o Pompeu. A certa altura chegou mesmo a dizer:
– Caros amigos, podemos dizer que, temos hoje entre nós, o homem mais sábio que o mundo conheceu desde Aristóteles.
– Foda-se – murmurou o Pompeu para os seus botões – Já começam as limitações.
Boas ondas.

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