Barbaridade familiar.

“O amor por um só é uma barbaridade: porque se exerce à custa de todos os outros. O mesmo quanto ao amor por Deus.” (Friedrich Nietzsche)

A Ana Marmelos ficou fã do “Tô Nem Aí” e resolveu ir lá beber outro coquetel afrodisíaco, desta vez experimentou o “Orgasm Layer”, com licor de café, amaretto e baileys. Gostou, e pediu outro. Um tipo de meia idade que estava na mesa ao lado, e era meio parecido com o António Banderas (mas mais moreno) fez a pergunta da praxe:
– Você é portuguesa?
– Sou sim…
– Estou sozinho e um bocado na fossa, posso sentar com você?
– Claro…
– Desculpe a minha ousadia, mas ando a atravessar uma fase muito má…
– Então porquê?
– Eu temo que venha a tornar-me um veado meio louco…
– Veado?
– Gay, você entende?
– Hán, han, e porquê?
– Olhe, quando a mamãe morreu e eu era bebé, o meu pai passou a gostar de homens. O meu avô também já era assim e o meu tio também… Bom, agora que a minha mulher me abandonou, você sabe como é…
– Realmente, isso parece grave… Mas ninguém na sua família gostava de mulheres?
– De mulheres? Que me lembre só a minha filha Barbara.
O BRASIL È UM ESPECTÁCULO!
Boas Ondas.

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